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Download filme "Comer, Rezar, Amar"





O prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos.
Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. 

Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. 'Comer, Rezar, Amar' é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. 'Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas', explica. 

Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente. 

Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor. 
Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006 e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano, 'Comer, Rezar, Amar' originou o roteiro do filme homônimo.

Filtro dos Sonhos

filtro sonho

O filtro de sonhos hoje é um objeto muito lembrado em filmes e muitas pessoas, mesmo sem conhecer sua história, têm um em casa como enfeite.
Os dream catchers, em inglês, vieram dos EUA e, por lá, quase todas as tribos de índios já incorporam este objeto às suas tradições. Embora o fitro de sonhos esteja presente em todas as tradições indígenas, ele surgiu com os índios Ojibwe (ou Chippewa).
Para o povo Ojibwe, que vivia na região dos Grandes Lagos americanos, decifrar os sonhos era uma parte fundamental em sua vida. Para este povo, a tarefa mais importante na vida das pessoas durante sua passagem pela Terra era aprender a decifrar as mensagens reveladas nos sonhos.

Este povo acreditava que quando vem a noite, o ar se enche de sonhos bons e ruins, alguns deles mesmo sendo pesadelos, podem conter uma importante mensagem do Grande Espírito, outros porém contém energias ruins que flutuam à nossa volta e que não são nossos. O filtro, que na verdade é uma grande teia, tem a função de separar os sonhos bons e importantes das energias ruins, que podem nos fazer mal.

Jelaluddin Rumí

"...eu tentei encontra-lo na cruz cristã, mas Ele não estava lá; fui ao templo dos Hindus e aos templos pagãos, mas não o encontrei em nenhum lugar. Eu procurei nas montanhas e nos vales, mas nem nas alturas nem nas profundezas fui capaz de encontra-lo. Eu perguntei aos eruditos e aos filósofos mas Ele estava além da compreensão deles. Eu então olhei dentro do meu coração e era lá onde Ele residia..." Jelaluddin Rumí


Kanji que significa Deus

Como praticar o Ho’oponopono





Aqui você vai entender porque o intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas. 


Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, à Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço vagado é preenchido pela luz da Divindade. Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, sua origem.



No momento em que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:

Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema. 


A cada conta do seu mala diga: Sinto muito. Me Perdoe. Te amo. Sou grato (a)...
Faça 108 x.


Quando você diz Sinto muito você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo. 



Ao dizer Me perdoe você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar se perdoar.



Te amo transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino.



Sou grato é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos. 


A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terá a resposta quando completamente limpo.

OM TAT SAT

HARI OM TAT SAT


Hari Om Tat Sat é a união de dois Mantras antigos dos VedasHari Om é um e Tat Sat outro.
“Hari” significa a vida e o universo manifesto, o que podemos ver como a criação.
“Om” representa a realidade que não podemos ver com nossos olhos, porém podemos perceber, é o aspecto não criado do absoluto. É a realidade pouco evidente, o aspecto não visto, invisível.
“Tat” significa é.
“Sat” significa a verdade.
Então “Hari Om Tat Sat” significa “É a verdade”. Isso que posso ver com meus olhos e o que está além dos meus olhos são o mesmo, não é diferente. O criador e a criação são apenas um.
Esse Mantra está sempre presente nos textos deste Blog, em alguns livros de Swami Satyananda Saraswati,  e nas aulas de Yoga do estilo de Satyananda Yoga. Sempre que utilizamos esse Mantra, queremos dizer que o visível e o invisível são UM. O que vejo com meus olhos e aquilo que está além dos meus olhos é a mesma coisa, não é diferente. O criador e a criação não são dois, pois o criador não criou a criação, mas se manifestou ou se transformou em criação.
Hari Om Tat Sat
Este mantra significa OM é a Verdade.