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Coração de Hrungnir - Triquetra / Valknut

Triquetra / Valknut



De todos os símbolos solares (Símbolos relacionados ao Deus dos Céus, Cujos mitos o associavam à um carro que voava pelos Céus, com rodas de ouro puxado por Cavalos Alados e na Terra com um Barco) A Triquetra (Ou Valknut) é o único símbolo que possui uma indicação nas fontes literárias atuais e antigas.
Segundo o "Skáldskaparmál", após Thor confrontar-se com o Gigante Hrungnir, é descrito que o ultimo possui um coração duro como pedra e com tres pontas. Apesar de surgir mitos que relacionam a Triquetra ao Deus Thor, é incontestável a ligação com o Deus Odin.
Basicamente é um simbolo relacionado a poder e Magia, que desempenham um papel muito importante no ritual da morte. 
A primeira forma do coração de Hrungnir é identica a Triquetra Celta, que é ainda mais antiga: Uma figura formada por três pontas curvadas que se entrelaçam em um centro não definido.


A Triquetra é muito representada por animais como serpentes, ursos, lobos e córvos reforçando então sua ligação sempre com o Deus Odin. Na Escandinávia antiga, Valknut significa "Nó dos Mortos" simbolizando então, o poder de Odin sobre a alma de todos os Humanos. A Triquetra, como o próprio nome sugere, é constituido de três pontos distintos que formam um Quarto "ponto", estes Três pontos são: A Alma, O Destino e a Morte, ou de acordo com alguns historiadores: As Deidades, O Cosmos e o Destino Humano; Simbolizando o Destino inevitavel que existe entre o Deus Supremo (Odin) e cada indivíduo "Um simbolo de poder que Odin tem de Atar e Desatar"


 A Triquetra Celta, posteriormente foi modificada pelos Vikings para uma forma distinta, com o mesmo significado. Sendo Então Três Piramides (Triângulos) unidas por um centro também não definido, criando então o "Valknut Viking"







O Valknut é um símbolo nórdico da morte que teria a capacidade de acelerar a passagem dos mortos para a vida eterna. Trata-se de um dos símbolos mais importantes da mitologia nórdica. Encontrado por arqueólogos em ruínas que remontam à época dos vikings - séculos VIII a XI - é conhecido também como “nó dos enforcados” ou “nó dos escolhidos”.
Formado por três triângulos entrelaçados, a palavra valknut em norueguês significa “nó dos que caíram em batalha”, de modo que está relacionado com o culto aos mortos e, logo, a Odin, aquele que transporta as almas para o submundo e às oferece às Valquírias, ou Valkyries em inglês, que são espíritos femininos que ajudam Odin.
Assim, Odin, que é o deus dos mortos e o deus chefe para os nórdicos, muitas vezes aparece junto com esse símbolo, que em decorrência do entrelaçamento dos triângulos pode ser interpretado como uma espécie de vínculo entre o poder da vida sobre a morte ou uma referência da transição da vida para a morte.Importa referir que dentre as simbologias do triângulo, uma delas compreende às tríades início, meio e fim ou corpo, alma e espírito.
Pelo fato de compor uma tríade, o valknut é por vezes confundido com o triskle. Este é um símbolo celta que carrega o sentido de animismo, ou seja, a crença da presença de alma em tudo o que exista.




Conheça qual Deusa Celta rege o seu signo:



Na sociedade celta, a mulher desfrutava de sua liberdade. Mães, esposas, irmãs, amigas e amantes, lutavam nas batalhas com os homens, entendiam de leis, possuíam fortuna pessoal, dirigiam lares, trabalhavam no campo. Além disso, conheciam a ciência, a magia, a poesia e a escrita. Sua situação era de igual para igual ao homem, posição que só alcançada pelas mulheres do antigo Egito, que também viveram em situação similar às mulheres celtas.

Conheça qual Deusa Celta rege o seu signo:
Áries – Morrigan (Deusa da Guerra)
Morrigan, soberana, ardente e carismática, favorece essas virtudes nos orgulhosos arianos. Incita-os a recuperar a soberania sobre suas próprias vidas, convertendo-os em donos de seu próprio destino.
Morrigan possui inúmeros poderes e quando invocada ajudará a todos, principalmente às mulheres, a realizar sua própria magia. Use sua forma como a de corvo ou gralha (figuras ou imagens), e velas pretas como uma ferramenta mágica.
Jóias: prata, ouro, aço ou ferro.
Cor da roupa: branca, azul, vermelha ou preta.
Óleos: hissopo, pinho, óleo do amor, óleo de Cerridwen.
Ervas: urtiga, manjerona, pimenta, cominho, coentro.
Pedras: Ágata de fogo, topázio, granada, turmalina rosa, jaspe vermelho, hematita, quartzo branco, ametista.
Ritual de proteção: Vista uma peça de roupa íntima vermelha nas terças feiras ou queime um incenso de absinto e uma vela negra.

Simbologia da árvore celta


As árvores, os bosques, a natureza foram os símbolos da vida e da proteção na astrologia celta, dos monges da Grã Bretanha, Irlanda e Gália, e ao redor disto foi desenvolvida a sua cultura.

Os sacerdotes druidas, inspirados na magia das árvores dos bosques, interligaram as pessoas aos espíritos protetores das árvores e as fases da lua.  Não era baseado na passagem da lua pelos signos, mas na característica de cada fase lunar que estava mais forte naquela árvore específica.

 Do mesmo modo que deram um significado a cada fase da lua, deram um novo significado também a cada árvore e o atribuíram a cada lua segundo suas propriedades mágicas. 

Dentro da tradição espiritual e mística celta, os bosques funcionavam como verdadeiras catedrais e templos naturais nos que realizavam suas festas, rituais e cerimônias. 


Eles reconheciam o poder dos Deuses em cada árvore e assim o consagravam a Ele. No Séc. V quando São Patrício foi a Grã Bretanha com a intenção de cristianizar a região, mandou derrubar as árvores porque sabia do reconhecimento delas como lugar de meditação e espiritualidade.

Os Celtas viam na árvore, não só a essências da vida, e sim um recurso para prever o futuro.
Curiosamente, este meio tão primitivo era considerado pelos druidas o mais eficaz na hora de estabelecer um prognóstico sobre o destino que espera qualquer ser humano.

Ao observar todo conjunto da árvore, desde suas raízes que se fundiam com a terra até a copa mais ou menos frondosa, o que aconselhavam era manter a vista elevada, permanecer bem apoiado ao solo e ter em conta que a natureza é tão inteligente que no tempo de caída das folhas se segue o da neve, as quais proporcionam a aparição dos melhores brotos.

Chega então a época da fertilidade e do renascimento da vida. Desde o principio dos tempos, a árvore manteve uma relação com o ser humano celta, proporcionou o primeiro lar, lenha, sombra e alojamento para as aves que podiam transformá-las em caça para alimentar a tribo.

No entanto, os druidas consideravam que a relação podia ser mais íntima, tinham em mente que cada homem ou mulher levava em seu interior uma árvore, pela qual alimentava o desejo de crescer da melhor maneira.

Na realidade a árvore supria seu protetor de todo o material e espírito dos seres humanos celtas. A árvore articulava toda a idéia dos cosmos ao viver em uma contínua regeneração.

Ademais nela os druidas contemplavam o símbolo da verticalidade, da vida em completa evolução, em uma ascensão permante até o céu.

Por outra parte, a árvore permitia estabelecer uma comunicaçaão entre os três níveis dos cosmos: o subterrâneo, por suas raízes que não deixavam de sugar nas profundidades para saciar a contínua necessidade de encontrar água; as alturas, através da copa e dos ramos superiores, sempre reunidos na totalidade dos elementos, a água que flui em seu interior, a terra que se integra em seu corpo pelas raízes, o ar que alimenta as folhas e o fogo que surge de sua fricção.

Os celtas conseguiam o fogo friccionando habilmente uns ramos, entre as quais haviam introduzido erva seca ou palha.

Oráculo Wicca - Significado de todas as cartas







Uma bela deusa, um ancião, um gato negro, uma espada e até uma vassoura. Estes são alguns dos símbolos wicca, antiga tradição celta, que ilustram o chamado baralho das bruxas. Cada carta aqui apresentada traz uma mensagem para o dia-a-dia, para os negócios e mesmo para o amor. Texto: Cacilda Guerra   - As wiccas são bruxas e toda bruxa é má... Não é bem assim. Essa história já anda para lá de caduca. Wicca é uma tradição antiga, composta de elementos mitológicos e práticas espirituais ancestrais, como o druidismo (a religião dos povos celtas), o xamanismo da Sibéria, a magia egípcia e a cabala. Seus praticantes celebram a natureza, enfatizam a tolerância e a amorosidade e seguem este lema: faça o que desejar desde que não prejudique ninguém.
Em seus rituais, essas feiticeiras buscam algo que é inerente a muitos de nós: o autoconhecimento e a evolução pessoal. O tema “bruxas do bem”, aliás, está na moda. Há cursos pipocando por aí para aprender os segredos wicca eaté enredos de programas de TV sobre o assunto: a novela Eterna Magia, da TV Globo, tem como protagonistas duas irmãs praticantes de wicca.
Um dos instrumentos de autoconhecimento usados por essa tradição é a leitura de cartas, como as criadas pela inglesa Sally Mornigstar, autora de O Livro e o Baralho Wicca (ed. Pensamento). “As respostas que procuramos estão dentro de nós. Basta que tomemos o caminho certo”, diz. Acredita-se que a escolha das cartas – aparentemente aleatória – segue o princípio da sincronicidade, sendo assim uma representação de nosso inconsciente. Dessa forma, a imagem escolhida traz uma mensagem, que funciona como um lembrete ou uma indicação do caminho.
O método de leitura sugerido aqui é simples: você pode se concentrar em uma pergunta específica e consultar o baralho no começo de cada dia ou pedir orientação antes de uma reunião de negócios, uma viagem, um encontro amoroso. Sorteie então uma carta – para isso, recorte papéis numerados de 1 a 42 – e leia a mensagem. É claro que, no fim, quem escolhe a trilha é você.



1. Arádia - A carta tem a imagem de Arádia, uma fascinante mulher que teria vivido na Itália no século 14 e é considerada aRainha das Bruxas pelos praticantes da wicca. Indica que seres celestiais e circunstâncias da vida estão estimulando sua expressão verdadeira. Reveja suas opiniões e seus preconceitos, acredite no próprio poder e confie que receberá a ajuda necessária para chegar aonde quer. Com essa reforma interior, você fará aflorar o seu potencial para alcançar o sucesso.






 2. O Morcego - Dotado de tato e audição aguçados, o morcego simboliza a expansão da consciência, anunciando que você deve entrar em fase de profunda mudança. Talvez surjam desafios e restrições passageiros, que vão mostrar a necessidade de abandonar velhos hábitos e crenças que não têm mais nada a ver com seu momento de vida. Livre dessas amarras, você olhará de outra maneira vários aspectos da vida. 
Encare esse renascimento como um vôo de liberdade.








3. O Cálice - Associado ao elemento água, o cálice representa tanto a fertilidade como o reino dos sentimentos. Trata-se de uma carta de cura: deixe que o fluxo da vida leve para longe o turbilhão emocional causado por preocupações ou eventuais adversidades e se prepare para um período de crescimento. Também convém prestar atenção nos sonhos, eles poderão trazer mensagens importantes. A carta anuncia ainda boas perspectivas para um projeto, um relacionamento ou uma situação que envolva uma criança.








 4. A Vela - O elemento fogo e a luz interior são os domínios desta carta. Ela pode indicar que algum tempo atrás você teve um excesso de obrigações e que esses sacrifícios, se foram realizados em nome de um bem maior, trarão como recompensa o brilho para sua vida. Outra interpretação possível é que, neste momento, talvez as coisas estejam fora do controle e que você deva administrar melhor suas energias. Procure não exigir demais de si mesma